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terça-feira, 27 de agosto de 2013

OS ÍNDIGOS ENTRE NÓS...

Os índigos entre nós
por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br
"Melhorados os homens, não fornecerão ao mundo
invisível senão bons espíritos; estes, encarnando-se
por sua vez só fornecerão à humanidade corporal
elementos aperfeiçoados. A Terra deixará, então,
de ser um mundo expiatório e os homens não
sofrerão mais as misérias decorrentes das suas
imperfeições". (Allan Kardec)
Eles retornaram no corpo de crianças para mais uma
jornada na dimensão da matéria. Hoje, muitos deles
adultos, percebem o mundo com um olhar que vai
além dos cinco sentidos. São os adultos índigos que
estão em toda parte tentando cumprir as suas
missões as quais sentem fluir intensamente de suas almas. Portadores de uma sensibilidade
incomum e de uma inteligência acima da média, os índigos preparam-se para liderarem as
mudanças que acompanham a fase de transição energética do planeta Terra. Geralmente, de
olhos brilhantes e olhar intenso, perceptivos e comunicativos, nem todos os índigos encontram-se
preparados para a Nova Era. Alguns ainda sentem-se confusos na relação que mantém com o
próprio ego, à medida que este tenta seduzi-los com as ilusões do materialismo.
Nos últimos anos de prática psicoterapêutica, tenho atendido alguns índigos adultos que ainda não
despertaram para as suas jornadas de luz em um mundo em processo de consideráveis
transformações. São pessoas lúcidas, sem comprometimento neurológico ou de âmbito
psiquiátrico, que os limite ou incapacite para a vida produtiva, mas em crise de valores em relação
a qual caminho trilhar, ou seja, a direção que indica o ego de influência materialista ou o rumo
cuja inspiração emana da própria alma.
Em conflito entre o "ter e o ser", alguns índigos travam uma batalha íntima que gera ansiedade e
angústia, pois, acima de tudo, são seres humanos suscetíveis às influências do mundo físico.
Outros, ainda mais influenciáveis, estabelecem vínculos obsessivos de natureza anímica, anímicoespiritual ou meramente espiritual, necessitando, desta forma, de ajuda no âmbito das
psicoterapias de abordagem interdimensional.
Um caso recente chamou-me especial atenção pela sua especificidade na relação que a pessoa do
sexo masculino mantinha com o sexo feminino, pois, o histórico das relações afetivas indicava que
o jovem estava em busca de uma referência feminina perdida nos labirintos do passado. Seria uma
espécie de "cara-metade", um espírito que afinizava com o seu nível de evolução consciencial e
que deixara marcas registradas na sua memória extracerebral, embora ele não tivesse plena
consciência disso.
A investigação psicoterapêutica, de seu passado infantil, revelou alguns traumas psíquicos na
relação com o sexo oposto. Porém, nada que fosse consideravelmente nocivo ao seu psiquismo, a
ponto de deixar sequelas que interferissem na área emocional-comportamental do adulto.
No entanto, o processo terapêutico produziu algumas interpretações que emergiram à luz da
consciência para que o jovem índigo elaborasse as origens de algumas de suas inquietações. O
que não era o suficiente, pois, nas entrelinhas de sua queixa principal permaneciam os constantes
sinais emitidos pela sua alma em conexão com a memória extracerebral. O processo indicava que
na sua continuidade seria necessário estabelecer conexões com a memória de vidas passadas para
alcançar-se uma sintonia que permanecia camuflada em forma de sentimento.
Durante a experiência regressiva, o índigo adulto acessou várias vidas nas quais via-se envolvido
intensamente com a mesma mulher. Foram vivências em que sentimentos antagônicos geraram
processos obsessivos e motivaram disputas com outros homens através de sangrentos duelos. Em
outras vidas viu-se morrendo em batalhas campais e deixando a mulher na viuvez, ou matando-a
por ciúme obsessivo. Foi uma sequência de vivências ao lado da mesma mulher sem ter construído
uma relação fundamentada no equilíbrio do amor, pois, as mortes prematuras associadas à
violência, não permitiram um vínculo afetivo estável e duradouro entre o casal.
Contudo, nas últimas vivências ele percebeu um avanço no sentido do amor em processo de
equilíbrio, embora sempre ocorresse algo que acabava por afastar os dois de um reencontro de
convivência duradoura. Até que acessou uma vida de relação fundamentada na energia do amor
abrangente. Eram rei e rainha em uma região oriental do planeta. Foram felizes, tiveram filhos e um
reinado voltado para o bem-comum de seu povo.
Após a experiência regressiva, o jovem índigo identificou a sua amada no corpo de uma jovem
mulher que conhecera durante uma viagem realizada no ano de 2012. Ao relatar o momento do
reencontro, ele registrou: "Foram olhos nos olhos e uma intensa energia envolveu-nos de tal
forma, que gerou uma sensação indescritível". A experiência, que teve a presença de seu mentor
espiritual, foi determinante para que ele reconhecesse naquela jovem da viagem a referência
feminina mais importante de sua existência. Espírito com o qual deverá cumprir, lado a lado, a sua
missão mais significativa neste planeta. Caminho que deverão trilhar juntos rumo à evolução
consciencial.
Nos encontramos na Era da Sensibilidade e os índigos e os cristais são os principais agentes das
transformações anunciadas para o milênio em curso. Portanto, preste atenção quando uma
criança ou um adulto dirigir-lhe a palavra de uma forma na qual você se sinta sensibilizado ou
simplesmente energizado com a sua presença, porque estas pessoas vieram para revolucionar o
mundo em que vivemos

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